quarta-feira, 4 de outubro de 2017

03 DE OUTUBRO O ANIVERSÁRIO DE FRANCISCO MEDEIROS SOBRINHO

       Resultado de imagem para FRANCISQUINHO MEDEIROS 

Hoje, 04 de outubro, devemos pelo menos lembrar o dia do aniversário do filho da terra, que se tornou a pessoa mais ilustre e merecedora de elogios pelos seus grandes feitos de bondade a população de Japi, Francisco Medeiros Sobrinho.
        Acredito que não nasceu e não nascerá outro cidadão em Japi, que possa realizar as ações de bondade que foram realizadas por ele. A saber: a metade da área urbana que hoje é habitada foi doada por Francisco Medeiros. Veja algumas áreas que irei citar: o Alto da Bela Vista (Rela), que antes de ser habitada era um roçado dele e, depois, ele doou a população gratuitamente. Só essa área corresponde quase à metade da cidade. Além dessa área, ele doou partes de seus roçados que ficavam noutras áreas da cidade, as quais deram origem a outras ruas.



                                            Empregador da população

         Francisco Medeiros Sobrinho tanto empregou o homem do campo dando terra, alimento e moradia como quando prefeito da cidade. Como prefeito ele empregou mais de 450 pessoas na prefeitura e arrumou mais de 40 empregos no Estado para os filhos dessa terra e, não empregou nenhum de seus filhos.

O homem que mais lutou por água para os filhos de Japi                                                                      
     
2.8 "DAS CACIMBAS À CHEGADA DA ADUTORA”


            “O problema da falta de água no município de Japi existe há muitos anos. Desde que chegaram os primeiros grupos de moradores nesta localidade. Contanto, esse problema se agravava mais quando ocorriam grandes secas.

 

Fonte: Foto blog Japi em Foco (da Tubiba para a cidade).



 
Como já sabemos a nossa cidade foi se formando a partir do surgimento de pequenas fazendas de gado. Desde o início, os poucos proprietários que viveram nesta localidade começaram a utilizar as águas do rio Jacu: na criação dos rebanhos, nas necessidades domésticas e também como alimento humano. Até 1975 era comum criadores de animais fazerem grandes bebedouros na beira do rio para matar a sede dos animais. Vale dizer, também, que nesses grandes bebedouros, mesmo a água sendo empoçada, tendo cor e cheiro diferente do normal, a criançada e também muitas pessoas adultas tomavam banho.
Naquele tempo, no meio do rio havia muitas cacimbas e era delas que o povo levava água para suas residências. Durante mais de um século, esse rio foi a única fonte de água para a população japiense. Com o crescimento do número de pessoas nesta localidade, iniciam-se os problemas da falta de água. Fato esse que só começou a mudar a partir de 1945, quando Manoel Medeiros Filho mandou fazer um açude, que é conhecido pelo nome de açude velho, que fica na fazenda Japi, ao lado da casa velha onde ele morou, próximo à casa de seu filho, Francisco Medeiros Sobrinho. Vale salientar que, após a construção desse açude, quase toda a população começou a se beneficiar da água que ajuntava nesse reservatório. Além de abastecer quase todas as casas da localidade, também alimentava os rebanhos de animais da fazenda Japi.
No início da década de 1970, vendo que a população de Japi e seu rebanho de gado tinham crescido bastante, e relativamente o consumo de água, Francisco Medeiros Sobrinho mandou subir a parede do açude, tornou-a mais larga e mais comprida. Antes, a parede era muito estreita e só passavam nela pessoas a pé ou animais, um atrás do outro. Depois da reforma começaram a passar carroças, tratores e automóveis. E com isso, a área dele cresceu bastante e aumentou muito o volume de água. Tanto que quando está cheio, o espelho de água emenda com a água de uma lagoa que fica bem próximo ao açude. Esse fato não acontecia antes da reforma da parede do açude.
Nos anos da década de 1970, foi construído outro açude na localidade de Japi (Açude da Papa), também em propriedade do senhor Francisco Medeiros Sobrinho, o qual até hoje, quando está cheio, ajuda muito a abastecer a população do Alto São Sebastião.
Nos anos 1990, Francisco Medeiros percebe que a comunidade tinha crescido bastante e que era necessária mais água para abastecê-la. Por isso, ele construiu outro açude, sendo esse o maior do município de Japi. Ele fica na localidade de Sítio Novo, também na fazenda Japi, a dois quilômetros da cidade, o qual ajudou muito no abastecimento de água para a população urbana.


 Até a década de 1990, Japi vivia a “época das cacimbas”; o abastecimento era realizado de forma tradicional: os homens levavam a água em “galão” (um bastão de madeira com duas latas, transportado no ombro) até as suas residências ou em barris que eram levados em jumento. As mulheres carregavam água em potes ou em latas na cabeça. Por falar nesse assunto, não podemos esquecer algumas cenas: Pedro Cabeção cantando ladainha com o seu galão sobre os ombros; Genésio apitando e andando em alta velocidade e Nego de Luís Severino. Esses foram os grandes “heróis” do galão desse tempo.

 Com a construção dos açudes, o problema da falta de água foi atenuado, mas ainda estava muito longe de ser resolvido, devido ao crescimento populacional. De fato, quando ocorria uma longa estiagem esses reservatórios começavam a secar e o problema da falta de água voltava novamente. Por isso, mais uma vez, Francisco Medeiros Sobrinho buscou novas alternativas. Mandou cavar poços no Sítio Tubiba e levou a água desses poços à zona urbana.

Para a água chegar até as casas da cidade, ele a bombeou até o monte do cruzeiro. Nesse local, Francisquinho Medeiros construiu uma grande caixa, que recebia a água vinda dos poços. Construiu chafariz em vários pontos da cidade e tubulações para levar água a várias ruas.

Fonte: Foto blog Japi em Foco (Francisco Medeiros Sobrinho).

 
 

 Anos depois, cavou poços no “pé do balde do açude velho”, no qual encontrou água doce que saciava a sede da população. Tanto que no início do século XXI, de 2000 a 2006, quando os açudes secavam, grande parte da população dependia exclusivamente da água desses poços.
Essa tubulação que trouxe água dos poços foi o primeiro saneamento de água da cidade. Foi mais uma das tentativas de Francisco Medeiros Sobrinho tentando levar água a todas as residências de Japi.
Percebe-se literalmente que, dentre tantos, Francisco Medeiros Sobrinho foi o líder que mais se demonstrou evidentemente preocupado com o bem-estar do povo de seu município. Além dele dar moradia, trabalho, arrumar meios de alimentar seus moradores, foi o homem que mais tentou solucionar o problema da falta de água da cidade. Ele foi um verdadeiro paizão, zeloso, cuidadoso e humilde.  Por isso, o intitularam de “Pai Chiquim”. Entre tantas ações quero novamente aqui citar duas: em primeiro lugar, ele acolheu todos que lhe procuraram, dando-lhes trabalho, renda e terras para construírem suas casas, o que aumentou de forma acelerada o número de ruas, especificamente nas décadas de 70 e 80 do século passado. Consequente a isso, aumentou paralelamente a necessidade de água na cidade. Em segundo lugar, Francisquinho sempre procurou solucionar prontamente as necessidades do momento, em particular o problema da falta de água e da sede na localidade. Problema esse que surgia devido aos longos períodos de estiagem e o crescente número de pessoas e animais na comunidade.

Fonte: Foto blog Japi em Foco 2017. (caixa d’água da Caern no terreno de Francisco Medeiros).

 
Mais adiante, irei descrever como se deu a chegada do ramal que trouxe água da Adutora Monsenhor Expedito até nossa cidade, e revelar as ações de pessoas que batalharam para este fim. Vale saber, que embora todo o processo que envolveu a vinda da água tenha tido seu início na gestão do então prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros, é evidente que se Francisco Medeiros Sobrinho não tivesse sido cassado, quando prefeito em 2005, tinha sido ele o inaugurador da conclusão deste projeto, o que muito combinaria com sua trajetória de luta em busca de água para o povo da cidade. Todavia, as obras se iniciaram ainda no seu governo, no início do ano de 2005. Vale também saber, que a caixa d’água que recebe a água que vem da adutora foi construída num terreno dele. Lembro-me de quando a equipe da Caern chegou à casa dele e propôs comprar o terreno para construir a caixa, e ele falou: “Vou doar o terreno. Não quero nada em troca. Sendo para trazer para meu município não cobro nada”. E a licitação do projeto que iria levar água até as residências, foi ele quem fez.

Por tudo isso, merecidamente se pode dizer que Francisco Medeiros Sobrinho deixou um grande legado de trabalho e solidariedade na convivência com os seus conterrâneos japienses. E foi ele quem mais lutou para saciar a sede de nossa comunidade durante toda a história. Por isso, sempre tenho dito: Japi se orgulha muito de ter tido um filho tão ilustre, amado, querido e trabalhador. Um dos maiores e mais reconhecidos nomes na região do Trairi, por causa de sua simplicidade e pelos seus grandes feitos de bondade. Como político, na época que administrou nossa cidade, foi considerado o melhor prefeito do Rio Grande do Norte. Neste período, a população de Japi se orgulhava de ter um prefeito que todos os dias estava falando face a face com ela. Era notória a boa convivência dele com as pessoas, ouvindo e tentando resolver os problemas da população e do município”.
  
Como prefeito foi o que mais fez pelo município. Tanto, que foi eleito o melhor prefeito do Rio Grande do Norte em 1989. Veja algumas de suas ações no município.

1983, 31 DE JANEIRO – Francisco Medeiros Sobrinho foi empossado como prefeito na Câmara Municipal de Japi. Ele é considerado o maior administrador desta cidade até os dias atuais. É importante ressaltar, que quase todas as principais obras existentes no município foram construídas nos mandatos dele.
1983, 5 DE JANEIRO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho comprou uma caminhonete F. 1000/0Km, com recursos oriundos do município.  
1983, 19 DE SETEMBRO – Francisco Medeiros Sobrinho construiu o Grupo Escolar Irineu Pinheiro, na fazenda Santa Rita, propriedade do vice-prefeito de Japi, Gentil Pinheiro.
1983, 26 DE NOVEMBRO – Francisco Medeiros construiu na cidade de Japi de 915 banheiros[1], no início de sua gestão.
1983, 14 DE MAIO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho comprou 35 lixeiras[2] e instalou-as em pontos de movimentação da cidade.
1984, 19 DE MARÇO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho deu início à construção do Hospital e Maternidade Torquata Leopoldina da Costa, concluiu e inaugurou no ano de 1985. E, anos mais tarde, o nome foi mudado para Unidade Mista Torquata Leopoldina da Costa. Esse hospital foi e ainda é um dos maiores da região do Trairi.
1984, 14 DE ABRIL – O prefeito, junto com a população de Japi, inaugurou a praça da Rua Manoel Medeiros.
            Durante o governo de Francisco Medeiros Sobrinho houve preocupação constante em manter a praça sempre limpa, arborizada e bem iluminada. Todos os dias, as gramas plantadas nos canteiros da praça eram aguadas. A água chegava à praça através de carro-pipa. Também havia segurança na praça durante o dia e principalmente à noite. Além do verde das gramas, existiam bonitos bancos para as pessoas se sentarem e se sentirem bem à vontade, Existia também árvores bonitas, principalmente palmeiras e uma televisão que era a atração de muitas pessoas. Nessa época, evidentemente, a praça era o orgulho e o maior centro de lazer do povo japiense. Que saudades! Tive o prazer de sentar por muitas vezes naqueles bancos, olhar o lindo verde das gramas, das palmeiras, comer pipoca, assistir televisão ao ar livre e ver muitas pessoas caminhando alegres. Hoje, não há mais encantamentos nem prazer. Há vergonha. A praça, que devia ser o maior cartão postal da cidade se tornou apena um calçadão rachado e abandonado.         
1984, 5 DE AGOSTO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho faz as estradas: Letreiro ao Muquém, indo até a residência de José Confessor, e a da Malhada da Cruz chegando às propriedades de Geraldo Simões.
 1984, 28 DE SETEMBRO – Francisco Medeiros Sobrinho[3] comprou a primeira ambulância de Japi.
1984, 19 DE SETEMBRO – Foi construído o Grupo Escolar Luís Gomes, no Alto São Sebastião, na administração de Francisco Medeiros Sobrinho.
1984, 13 DE NOVEMBRO – Foi criada a Escola José Ferreira Rodrigues (1), localizada no Sítio Casinha, através de um convênio assinado junto ao MEC pelo prefeito Francisco Medeiros Sobrinho.
1985 – Foi criada a Escola José Ferreira Rodrigues (2), localizada no Sítio Casinha, através de um convênio junto ao MEC feito pelo prefeito Francisco Medeiros Sobrinho.
1985, 4 DE JULHO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho concluiu a estrada que liga a fazenda de Gentil Pinheiro ao Sítio Queimadas.
1985, 15 DE AGOSTO – Francisco Medeiros Sobrinho construiu o Grupo Escolar Marcílio Furtado, que fica no Alto da Bela Vista.
1985, 19 DE AGOSTO – Foi inaugurada a estrada asfaltada que liga as cidade de Japi e Santa Cruz. Essa estrada foi feita na gestão do então prefeito Francisco Medeiros Sobrinho e do governador José Agripino Maia. Essa é uma das maiores obras já realizadas no município.
1986, 11 DE MAIO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho, preocupado com os efeitos das estiagens, principalmente com o sofrimento das pessoas do seu município, mandou cavar três poços de água na propriedade do senhor Epitácio Nicolau. A água desses poços era para abastecer a comunidade de Japi. A água saía dos poços e era bombeada até chegar a um grande reservatório (caixa d’água) que fica no Monte do Cruzeiro e, de lá, ela descia por força de gravidade até as residências das pessoas da cidade. Esse foi o primeiro saneamento de água da cidade.
1986, 02 DE JULHO – Foi construída, no Monte do Cruzeiro, a caixa d’água, que depois de pronta recebia a água que vinha dos três poços cavados na terra do senhor Epitácio Nicolau. Naquela época, a caixa enchia e “sangrava” todos os dias. E, diariamente, quase todas as casas da cidade de Japi eram abastecidas. É importante ressaltar que em algumas ruas não chegava água. Por isso, para amenizar o problema da falta de água, Francisco M. Sobrinho construiu três chafarizes em diferentes pontos da cidade.
1986, 02 DE OUTUBRO – Foi inaugurado o clube da cidade de Japi (Japi Clube), construído na administração de Francisco Medeiros Sobrinho. Essa obra foi construída com recursos oriundos do município, e é um dos mais bonitos clubes do Trairi. Hoje, apesar do abandono por parte de alguns gestores que administraram após Francisquinho Medeiros, esse prédio ainda é um dos cartões postais da cidade.
1987, 11 DE AGOSTO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho construiu mais dois grupos escolares: um no Sítio Letreiro e outro no Sítio Ubaia.



[1] Nessa época, não ficou uma casa na cidade de Japi que não tenha sido contemplada com uma unidade sanitária. Antes, a população jogava fezes e lixos nas ruas e nos becos.
[2] A preocupação do prefeito com a saúde preventiva era efetivamente constante. Além das lixeiras, ele mandava fazer a coleta dos lixos da cidade três vezes por semana. Além disso, nesse mesmo ano, ele fez o saneamento de esgotos nas principais ruas de Japi.
[3] Durante todo o período que administrou a cidade de Japi, Francisco Medeiros Sobrinho comprou três ambulâncias e mais outros carros que eram utilizados também como ambulância para ajudar no transporte dos pacientes deste município para outro (Santa Cruz, Natal).

1987, 28 DE OUTUBRO – Francisco Medeiros Sobrinho trouxe para Japi um sinal de TV. Ele construiu o prédio para instalação dos equipamentos da antena parabólica, próximo à sua residência, na Fazenda Japi.
1988, 10 DE FEVEREIRO – A Biblioteca Pública Municipal de Japi muda de endereço. Atualmente ela funciona numa sala que fica no prédio da Secretaria Municipal de Educação, localizada na Rua João Nicolau, s/n, de frente para o Japi Clube. Em 2008, o acervo da biblioteca era composto por 3 mil livros e 580 folhetos, tendo 180 consultas registradas.
1988, 20 DE MARÇO – Foi construído, na gestão de Francisco Medeiros Sobrinho, o Grupo Escolar José Medeiros da Costa.

1988, 20 DE ABRIL – O prefeito de Japi concluiu cinquenta e oito mil metros de calçamento.                                                                       
1988, 27 DE MAIO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho construiu o cemitério do Sítio Queimadas.
1988, 14 DE JULHO – Foi concluído o prédio da Escola Francisco de Assis que fica na Fazenda Japi. Esse grupo foi feito na gestão do prefeito Francisco Medeiros Sobrinho[1].



[1] Na primeira gestão, Francisco Medeiros Sobrinho construiu 23 grupos escolares.

2001, 1º DE JANEIRO – Foi empossado na Câmara Municipal como prefeito, pela segunda vez, o senhor Francisco Medeiros Sobrinho[1].
2001, 20 DE NOVEMBRO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho concluiu o saneamento do esgoto da Rua Deca Paulino.
2002, 24 DE MAIO – Foi colocada a torre de telefone DDD, e com isso acabava com o grande sofrimento do povo à espera de atendimento no posto da TELERN. Na ocasião, foram instalados vários telefones (orelhões) e também muitas linhas fixas.
2002, 15 DE OUTUBRO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho compra um trator para a prefeitura de Japi, através de um convênio feito junto ao governo estadual.
2003, 17 DE JULHO – O prefeito de Japi compra uma ambulância para o município, através de um convênio feito junto ao governo federal.
2004, 30 DE SETEMBRO – O então prefeito de Japi construiu um açude na Fazenda Santa Rita, através de um convênio assinado junto ao governo federal.
2004, OUTUBRO – O prefeito Francisco Medeiros Sobrinho[2] construiu a “bueira” e o calçamento da Rua São Sebastião, através de um convênio da prefeitura com o governo do Estado.



[1] Quando Francisco Medeiros Sobrinho assumiu a prefeitura de Japi a encontrou inadimplente, prédios públicos abandonados e sem condições legais de poder receber recursos através de convênios, que fossem estaduais ou federais. Porém, no ano de 2002, com muitos esforços o prefeito resolveu o problema da inadimplência, e, a partir daí, novamente entraram, através de convênios, verbas federais na conta da prefeitura.
[2] Na gestão administrativa de 2001 a 2004, o prefeito Francisco Medeiros Sobrinho restaurou vinte e dois prédios escolares, os quais estavam praticamente abandonados.




Retirado do livro: TERRA QUERIDA: em fatos e fotos. Pp. 109 – 111;  272 – 274 e 276