quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ainda sobre a tapera

Se entendermos que o título acima questiona e não afirma, podemos acrescentar a interrogação para compreender a frase: ''Quantos Japienses não tiveram seus sofrimentos amenizados, por terem sido acolhidos na Tapera?'''

A questão não discute sofrimento, acolhimento ou ambiente. Trata-se de disputa, concorrência, uma batalha insana pela liderança, pela vez. Falo batalha por toda ela ser parte da minoria, do aquém, do desinformado, do despreparado. Parte de um todo sem conteúdo. Toda batalha que se sustenta em opiniões infundadas são fracas e consequentemente, perdidas.

Ao lutar com hombridade, solidez, sensatez, honradez a família Medeiros, buscou e sempre buscará resultados pautados por ideais que construíram e construirão uma história sólida, de respeito e, mesmo que ainda tardia, motivada pela esperança que será transformada em vitória. É perceptível o quanto a política de quem 'promete' mais, ainda prevalece e, mas ainda impressionante, o quanto o passo do adversário passa a ser mais importante que o caminho a seguir. O 'novo' atormenta o improvável que incapaz de criar e projetar o futuro, se agarra nas amarras de um passado, que ele mesmo desconhece. Como caminhar sem atalhos (possibilidades)e seguir sem conhece-los (perpectivas), pode ser o precipício. No entanto, caros Japienses, só existe 'tapera’ para os pobres de espírito e, mesmo que esteja murada, com varanda e uma singela piscina, nunca limpara sua alma.

Aproveito a oportunidade para lembra-los que a residência a qual está sendo questionada, apontada e desmerecida foi um lar, habitado pela família Medeiros, entre sua matriarca D. Vezinha, (minha saudosa avó), seus filhos, netos, amigos e visitada pela população de Japi, onde a partir daí, tornou-se referência para os mais necessitados. Pessoas dignas, que independente de luxo, sempre foram recebidas, conduzidos e tratadas como seres humanos.
Bem-vindos ao lar que acolhe, ampara e protege. Bem vistos, os que sabem entrar e sair com educação e ainda, independente, de eleições, são bem recebidos. A residência da Antônio Basílio, não está para a boca dos maus-informados, sim na memória do povo.
Sabe-se que um giro e um jirau na consciência de desavisados, temporariamente, donos do poder pode ser fatal, quando se fala de tempo. Este passa e, quanto tempo, ainda resta?
Enfim, trocando em miúdos, desejo que projetos sejam idealizados, realizados, que promessas sejam cumpridas em favor da comunidade da cidade de Japi.
Vida longa ao tempo que corre... como água entre os dedos.



YANNA MEDEIROS
Resultado de imagem para tapera japi rn