terça-feira, 19 de abril de 2016

Ciência afirma saber o tempo médio das relações sexuais; confira sua “potência”

duracao-normal-da-relacao-sexual--1175x476Considerando apenas o tempo médio da ejaculação, um estudo realizado entre 500 casais de todo o mundo visou cronometrar as relações sexuais entre eles durante um período de quatro semanas.
Utilizando um cronômetro, os cientistas consideravam o “início” como o momento da penetração e o “final” na ejaculação. Além disso, os cientistas ainda fizeram algumas observações que incluíam o uso do preservativo, o fato de homens serem circuncidados e até mesmo a localização geográfica dos casais como um fator na questão do tempo.
Podemos até questionar o método, afirmando que essa “pressão cronometrada” alteraria um pouco a relação do casal e até que não refletiria exatamente o fluxo natural das coisas, contudo, a ciência nem sempre é perfeita e o tempo estimado, que você confere a seguir, é, até agora, a melhor representação que temos.
De acordo com os pesquisadores houve uma surpreendente variedade de resultados. Porém, o tempo médio para cada casal variou de 33 segundos a 44 minutos. Isto é, 80 vezes mais do que o de menor resultado. O que significa que a média geral de latência para a ejaculação intravaginal (IELT – Intravaginal Ejaculation Latency Time) entre todos os casais pode ser concluída em 5,4 minutos.
Alguns resultados secundários interessantes também puderam ser observados. Por exemplo, o uso do preservativo não parece afetar o tempo, e nem o fato do homem ser circuncidado ou não. O que desafia algumas ideias mais convencionais sobre a sensibilidade peniana e a relação com o poder de permanência na cama.
Outra observação feita pelos cientistas falava a respeito das regiões. De acordo com o estudo, os resultados mostraram que na Turquia o sexo tende a ser significantemente menor (3,7 minutos) do que em países como a Holanda, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
Outra descoberta surpreendente foi que quanto mais velho o casal, mais rápido será o sexo. O que, de acordo com Brendan Zietsch, para a IFLScience, vai em contrário à sabedoria predominante, que provavelmente foi divulgada por homens mais velhos.


Jornal Ciência