quarta-feira, 16 de março de 2016

Para Fátima, Lula vai ajudar governo a retomar desenvolvimento do país

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A senadora Fátima Bezerra comemorou a indicação do ex-presidente Lula para ocupar o cargo de ministro chefe da Casa Civil. Para senadora, a decisão da presidenta Dilma Rousseff de convidar Lula para compor o governo é mais uma prova do esforço que ela está fazendo, no sentido de colocar o país de volta no caminho do desenvolvimento econômico, da estabilidade fiscal e da inclusão social, buscando o diálogo político. “Ela sabe da experiência desse homem, da capacidade extraordinária que ele tem de buscar a coesão, de buscar a unidade, de buscar a união. E é por isso que nós estamos muito confiantes e esperançosos”, ressaltou Fátima.
Da mesma forma, Fátima considera que Lula também teve uma atitude grandiosa ao aceitar o convite. A senadora lembrou que o ex-presidente é um dos melhores presidentes que o país já teve: deixou o governo, ao final de dois mandatos, com 80% de aprovação e foi o primeiro presidente a receber o prêmio Estadista Global, do Fórum Econômico Mundial. Para ela, por ser um grande estadista, Lula, não poderia se omitir em um momento difícil da vida do país.
“E é provavelmente por isso que a oposição está com os nervos à flor da pele, porque a oposição teme que a presença de Lula no Governo ajude a fortalecer o governo e a retomar o desenvolvimento”, destacou a parlamentar.
Aos que dizem que o ex-presidente assumiu um cargo no governo para ganhar foro privilegiado, a senadora fez questão de esclarecer que Lula não terá benefício jurídico algum por se tornar ministro. Ela lembrou que a prerrogativa de foro não é um privilégio, pois só significa que as investigações continuam, mas no âmbito da Suprema Corte do país e, inclusive, se for aberto um processo, enquanto os cidadãos comuns têm direito a, no mínimo, duplo grau de jurisdição, os que têm o chamado foro privilegiado só passam pelo julgamento do Supremo, sem uma instância superior para recorrer. “Aliás, com essas críticas, a oposição está na verdade colocando em suspeição a mais alta Corte deste país. Isso é uma total falta de desrespeito!”, destacou.
A senadora fez questão de ressaltar ainda que, quando os adversários criticam a ida do presidente para o ministério dizendo que a presidenta Dilma iria virar uma rainha da Inglaterra estão movimentos pelo preconceito: “Se fosse um homem que estivesse à frente da Presidência da República, eu duvido que eles fariam essa afirmação com tanta ênfase”, destacou.

Fonte: Agência Senado