sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

RESUMO CRONOLÓGICO DA CHEGADA DAS FAMÍLIAS A PARTIR DE 1855

Segundo EDSON, (2018, Pp. 21-25), explica com detalhe a formação da sociedade urbana de Japi.

Resultado de imagem para lançamento do livro edson em japiAcredito que no momento, dois livros deverão está ao seu alcance, amigos japienses: A Bíblia Sagrada (que relata a história da criação do universo, da humanidade e da salvação, do início aos dias de hoje) e o livro, JAPI, TERRA QUERIDA (que relata o processo de formação da cidade de Japi, desde a época da colonização aos dias também de hoje). Além das muitas riquezas culturais, o livro irá ajudar a você se prepara, tanto para o processo seletivo municipal que está preste a acontecer, como também para o concurso que em breve acontecerá no nosso município.

No momento, o livro JAPI, TERRA QUERIDA, está à venda na residência do autor, Edson Batista, na Rua: Manoel Medeiros Nº 59. Aproveite! O tempo é curto !!!.
FONE: (84) 98864-0788       edsonbatista039@gmail.com


3.4.1 Os primeiros habitantes

Há muitos anos atrás, o maior folclorista brasileiro, o escritor potiguar Luís da Câmara Cascudo, fez a seguinte descrição, no que diz respeito aos primeiros colonizadores das terras japienses:

Foi às margens do Rio Jacu, a exemplo de muitos outros povoados, que surgiu o pequeno núcleo de moradores, com a presença dos Capitães Júlio Borges de Góis e Manuel Pereira, concessionários de sesmarias para a exploração da área, no ano de 1716. A história da região mostra que vários proprietários, ao longo dos anos, tiveram a responsabilidade de desenvolvê-la.
Em 1724, o proprietário da área que compreendia do Rio Trairi ao Jacu era o Sr. Antônio Moreira Paiva, em 1731, de acordo com os registros, o Sargento-Mor Manuel Palhares Coelho e o Capitão Dionísio Borges da Fonseca possuíram seis léguas nos providos de Japi de Fora, incluindo o poço Santo Antônio. No ano de 1734, a área do Rio Jacu, incluindo as Cachoeiras de Japi de Baixo e o Jacu de Cima, pertenciam a Pedro Gonçalves Esteves.
A localidade, que era fazenda desde 1784, desenvolveu-se com grande movimentação pastoril agrícola... (CASCUDO, 1996, p. 55).

Segundo o senhor “Bajau”, no final do século XVIII, por volta de 1795 habitavam na localidade de Japi, as margens direitas do Rio Jacu ao Boqueirão de Cima, alguns proprietários: Zé de Góis, O Cruz, Adelino e outros, os quais permaneceram nessa região por poucos anos. Abandonaram as terras por causa das longas estiagens; das doenças; das onças e outros mais. Esses pequenos proprietários não deixaram nenhum descendente ou parente.
Resultado de imagem para manoel medeiros japi rn
Vale ressaltar, que como já foi mencionado em seções anteriores, há alguns registros afirmando que foi no nordeste da região do município, principalmente na localidade do Salgado, que se instalaram as primeiras fazendas as quais permaneceram habitadas até hoje. No sul, onde fica a zona urbana, a mais de duzentos e trinta anos atrás, só viviam e caminhavam nesta área os índios cariris ou Tapuios, que viviam amontoados no Boqueirão de Cima, numa localidade que ainda é conhecida pelo nome de Japi de Dentro, no Boqueirão de Cima. E, provavelmente, isoladamente, alguns nativos, caçadores indígenas, se arriscavam descendo rio abaixo indo próximo à localidade do Salgado, até ao Boqueirão de Baixo.
            Convém dizer, que de 1716 a 1834 a única área do município habitada com formação de pequenas fazendas foi a localidade do sítio Salgado, vindo até o Boqueirão de Baixo. Todavia, durante esse período havia um grande temor por parte das pessoas, quando se tratava de passar o Boqueirão de Baixo em direção ao Boqueirão de Cima, onde vivia a tribo dos índios cariris. Para tanto, as pessoas que viveram no sítio Salgado nesse período achavam que em toda a área das margens do rio Jacu, a saber, de um Boqueirão a outro poderia encontrar algum caboclo[1]. Mesmo depois da destruição da tribo, fato esse que ocorreu no início do século XIX.
Por volta de 1840 a 1870, um fazendeiro que era conhecido por Costa possuiu um pedaço de terra nesta localidade. Ele era parente de Pedro Tolentino da Costa e de Miguel Lourenço da Costa. Miguel Lourenço trabalhou na fazenda desse senhor durante algum tempo.

É evidente que o povoamento de Japi especialmente da zona urbana teve seu início, efetivamente, a partir de 1855, quando aqui chegou o grande desbravador Miguel Lourenço. Ele e sua companheira (esposa), Josefa Lourenço enfrentaram e venceram todas as dificuldades da região: secas, enchentes, epidemias, fome, animais ferozes etc. Apesar de todos esses obstáculos, eles foram perseverantes e persistentes. Criaram nove filhos os quais começaram a povoar toda área de Japi, constituindo hoje, os seus descendentes, a maior família em número desta cidade.
Em 1878, veio para a Nlocalidade de Japi Pedro Tolentino da Costa. Ele possuiu as terras que ficam à esquerda do rio Jacu, ao oeste da cidade. Enquanto as que ficavam ao leste pertenciam ao posseiro e grande desbravador Miguel Lourenço.
Em 1889 veio do Sertão para esta localidade a família Geraldo. Três rapazes dessa família se casaram com três filhas de Miguel Lourenço; em 1891 chegou a família Catarina, e Gonçalo. Também, membros dessas duas famílias se casaram com filhos de Miguel Lourenço, os quais fixaram residência aqui, contribuindo assim para o crescimento do povoado; em 1895 veio do sertão um jovem da família Dantas e se casou com uma das filhas de Miguel Lourenço. Esse homem era avô de Ezequias Dantas e pai do saudoso Severino Barbosa, pai de Antônio Barbosa; em 1898 veio a família Pedra; em 1902 veio para a localidade de Japi o patriarca da família Medeiros, Manoel José de Medeiros. Ele se casou com Torquata Leopoldina da Costa, filha de Pedro Tolentino da Costa. Desse matrimônio surgiu a ilustre família Medeiros.
Em 1905 João Batista Confessor de Oliveira veio morar também nesta localidade e, aqui, ele tentou desenvolver o comércio, construiu sua família, deu início à primeira rua de Japi. (Rua Manoel Medeiros) E, segundo sua filha Francisca Confessor, no ano de 1932 foi embora para a Paraíba, onde morreu e foi sepultado.
Aos poucos o povoado ia crescendo. Tanto, que em 1910, já existiam dezoito casas, embora fossem de taipas, espalhadas, desordenadas, próximas a pequenos “roçados”, tendo ao arredor de cada uma delas pequeno arvoredo. Em 1911, veio a família Cassiano.
O povoado de Japi só começou a se desenvolver realmente no início da primeira metade do século XX, por volta de 1915 quando o proprietário Pedro Tolentino da Costa e o seu genro, Manoel José de Medeiros transformaram quase todas as suas propriedades em campos de algodão, o que fez com que viessem muitas famílias para esta terra. Isso, de fato foi o que fundamentou, estruturou e determinou a formação da cidade. Por causa da grande movimentação de tropeiros e da grande produção do algodão que estava em ascendência proporcionando e garantindo uma economia geradora de emprego as pessoas nesta localidade, no início do século XX, por volta de 1920, já existiam muitas casas, todas próximas à área em que se encontra a cidade de Japi. Entre essas casas, algumas pertenciam a fazendeiros que tinham pequenas propriedades próximas a este povoado.
Em 1918, a senhora Iria veio para Japi com toda a sua família. Por causa do aumento da produção de algodão começaram a surgir perspectivas e várias oportunidades na região. A partir daí, muitas pessoas de localidades vizinhas começaram a vir morar nela. Em 1920, mais quatro famílias vieram para o povoado de Japi: os Vaginovas, os Dantas, os Ciprianos e os Beneditos. Na década de 1950 chegou a família Luiz, os pais de Mariana e de Maria Luiz, avó de Hébeson Cleber Clementino, depois chegaram outros: os Brimudos, os Fagundes. E outros mais. Com a chegada dessas famílias e o grande fluxo de tropeiros que passavam por esta região, foi possível prever que esse povoado, em alguns anos, ia se tornar uma cidade. 
Resultado de imagem para joão confessor japi rnVendo assim, João Confessor começou a construir casas num alinhamento, formando uma pequena rua. A primeira casa ele fez no ano de 1922, a qual é conhecida pelo nome de “Chavião”.
Convém lembrar que, antes de 1922, quase todas as casas que existiam no povoado foram construídas de barro e madeiras (casas de taipas), com exceção das quatro mais antigas: os dois casarões que Pedro Tolentino fizera em suas fazendas: a casa que fica na fazenda do senhor Tota Medeiros e a “Casa do Sótão da Ubaia” onde trabalha Aristides Nicolau, a que morou Napoleão Vaginova, que ficava perto das Pedras de Zé Medeiros e a casa velha que foi de Zuca Confessor, na qual quem mora atualmente é o senhor Minel.
No início da década de 1940, chegaram aqui outras importantes famílias: os Nicolaus, os Lopes, os Pontes, os Borges, os Teotônios, os Gomes, os Chicós, os Gambeus, os Aprígios e outras. A partir daí a localidade e o número de habitantes começaram a crescer expressivamente e, então, começou-se a organizar a cidade, tendo à frente de tudo isso o coronel, Manoel José de Medeiros, Josefa de Araújo Lima, e João Batista Confessor de Oliveira. Josefa Araújo, tentando organizar a saúde, a religião, a educação, a justiça e eventos sociais; João, a rua e seus comércios; Manoel Medeiros, a agricultura, a pecuária, e a sustentabilidade econômica, que foi o fator principal para gerar emprego e renda e a vinda de muitas pessoas, cujas contribuíram muito para povoar esta localidade, o que gerou o processo de imigração na região.
Resultado de imagem para dona vesinha japi rnEm 1931, representantes da cidade de Nova Cruz mandaram construir um posto fiscal na localidade de Japi; no ano de 1932, Manoel José de Medeiros mandou construir a capela de São Sebastião à esquerda do rio Jacu; em 1942, Antônio Confessor construiu um templo evangélico da Igreja Batista, onde hoje fica a praça central da cidade; em 1945 foi construído um grupo escolar, feito pelo então prefeito de Nova Cruz, Severino da Costa Belmont (Escola Isolada Coronel Manoel Medeiros) localizada na Rua Manoel Medeiros (rua da praça); em 1945, Manoel Medeiros filho mandou construir a segunda capela de São Sebastião, ao lado da casa de seu irmão Pedro Tolentino de Medeiros, onde fica a Praça de Eventos; com isso, em 1946 já existiam nesta localidade três pequenas ruas e cinquenta e três casas, entre as quais cinco foram feitas por João Batista Confessor, e uma população estimada em mais de 400 pessoas, segundo cálculos de Leôncio Miguel.
Em 18 de maio de 1959 ocorreu a Emancipação Política de Japi, sendo nomeado para o cargo de prefeito, o senhor José Matias e logo depois, Josefa de Araújo Lima[2].
Vale ressaltar que a cidade de Japi, depois de sua Emancipação Política, não tem demonstrado grandes avanços até os dias atuais. Para comprovar isso, é necessário tomarmos como base referencial o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios), mediante o qual iremos constatar que da década de cinquenta até os dias atuais, o nosso município permanece numa faixa de desenvolvimento muito baixa, se compararmos com outros municípios do nosso Estado, como: Santa Cruz, Parelhas, São Vicente, Passa e Fica e outros.





[1] Caboclo era o nome que as pessoas que viveram nessa localidade e nesse tempo, usavam quando se referiam aos nativos (os índios), que viviam no Boqueirão de Cima, próximo à fazenda Japi de Dentro.
[2] José Matias e Josefa de Araújo foram nomeados provisoriamente para o cargo de prefeitos de Japi em 18 de maio de 1959. Josefa exerceu este cargo por um período de quatro meses. De setembro a 31 de dezembro de 1959. De 1º de janeiro de 1960 a 1963 quem exerceu o cargo de prefeito foi o senhor Pedro Tolentino de Medeiros. Prefeito eleito pelo voto direto.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Chove em Japi


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

O ciclo dos recursos minerais em Japi

Resultado de imagem para lançamento do livro edson em japiAcredito que no momento, dois livros deverão está ao seu alcance, amigos japienses: A Bíblia Sagrada (que relata a história da criação do universo, da humanidade e da salvação, do início aos dias de hoje) e o livro, JAPI, TERRA QUERIDA (que relata o processo de formação da cidade de Japi, desde a época da colonização aos dias também de hoje). Além das muitas riquezas culturais, o livro irá ajudar a você se prepara, tanto para o processo seletivo municipal que está preste a acontecer, como também para o concurso que em breve acontecerá no nosso município.

No momento, o livro JAPI, TERRA QUERIDA, está à venda na residência do autor, Edson Batista, na Rua: Manoel Medeiros Nº 59. Aproveite! O tempo é curto !!!.
FONE: (84) 98864-0788       edsonbatista039@gmail.com
           
2.6.8 O ciclo dos recursos minerais

A argila

           Algumas pessoas da família Cipriano foram quem utilizaram pela primeira vez, em Japi, a argila na produção de materiais de construções (tijolos e teias) e outros objetos de utilidade caseira. Isso aconteceu no início do século XIX. Essas pessoas também comercializavam esses produtos no povoado de Japi e nas fazendas que ficavam nos seus arredores. Os objetos de utilidade caseira, também feitos com argila, foram uma das primeiras fontes de economia da localidade de Japi.
            A argila (barro argiloso) constitui-se numa terra fofa que, por ser suscetível de moldagem quando amassada com água, é usada por escultores e ceramistas. Ela era o principal elemento utilizado na fabricação dos objetos caseiros. Essa é uma das matérias primas que existem em quase toda a área que pertence à localidade de Japi: um solo argiloso, de boa qualidade e propício para a produção de diversos objetos que se encontram hoje no comércio. Vale lembrar que, em épocas passadas, os paraibanos vinham à localidade de Japi em busca de argila. Eles traziam tropas de jumentos as quais voltavam todas carregadas com esse material, que era transformado em produtos de utilidade doméstica, sendo depois comercializados nas comunidades paraibanas.                            

           No processo de fabricação, os homens faziam os tijolos e as telhas, enquanto as mulheres faziam os objetos caseiros, como: panelas, pratos, tigelas, jarros, jarras e potes de barro.


Tecnologia na fabricação de cerâmica

            Os métodos utilizados na fabricação de cerâmica evoluíram-se bastante com o passar do tempo. Hoje, ela é produzida em fábricas, com máquinas modernas. Apesar do grande desenvolvimento da indústria ceramista, e de outros produtos derivados da argila, ainda são muito usados os métodos simples e artesanais. A argila é um componente do solo que apresenta múltiplas utilidades. É cada vez maior a aplicação desse elemento na vida moderna.Percebe-se que a utilidade da argila em produção de objetos com fim comercial, pode ser uma das alternativas para o desenvolvimento econômico e empreendedor capaz de gerar emprego e renda para o município de Japi.
Sabe-se também que existe argila em abundância e que pode ser transformada em produtos comercias, para isso, é necessário que haja interesse principalmente por parte da prefeitura de Japi, haja vista que em cidade pequena do interior essa instituição tem sido o local das decisões mais importantes do município. Não se pode pensar em desenvolvimento sem pensar nesse instrumento de mudança. É necessário que em nossa cidade, esse órgão tão importante crie condições para geração de emprego e renda. Para isso acontecer, é preciso conceder prioridade às ações duradouras, evitando os paliativos, por exemplo: dar remédios – sem ensinar como se prevenir da doença; dar cesta básica – sem dar condições de trabalho. Não há na história recente uma comunidade que tenha desenvolvimento sustentável lastreado nessa prática filantrópica. Muito pelo contrário, os sábios ensinamentos de Cristo não deixam dúvidas para pensarmos diferente: “Melhor que dá o peixe é ensinar o homem a pescar”. Essas afirmações nos dão a convicção de que auxiliar os fracos dando a comida, socorrer os aflitos dando o medicamento são atitudes meritórias e recomendáveis, mas estão longe de representar soluções efetivas e permanentes.
            Por isso, é necessário, urgentemente, que haja uma iniciativa empreendedora por parte da prefeitura de Japi, na tentativa de conseguir transformar algumas matérias-primas aproveitáveis, existentes em toda a área do município, em produção comercial através de um processo industrial, fundamentado numa perspectiva progressista, com tecnologias modernas, que possa gerar emprego e renda para a população, principalmente para aqueles que, obrigados pelas tristes circunstâncias ocasionadas pelas secas e pela falta de trabalho, abandonam seus lares, seus familiares e saem pelo mundo em busca de um emprego, arriscando suas vidas.
A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé            Para fortalecer essas ideias, é necessário que vejamos o exemplo da cidade de Parelhas, que utiliza a argila, um dos recursos naturais retirados do solo de sua região e o transforma em produtos comerciais (telhas, tijolos e outros) e exporta-os para outros municípios. Por causa disso, é conhecida no cenário econômico norte-rio-grandense como um município que buscou meios alternativos e conseguiu gerar emprego e renda para sua população.
            Para tanto, faz-se indispensável que haja vontade, interesse e ação, principalmente por parte daqueles que têm em suas mãos o poder político e econômico do município e a oportunidade de fazer, hoje, algo dessa natureza em benefício da população e que se torne legado para as futuras gerações.
            Veja no quadro abaixo os nomes das pessoas que desenvolveram e também as que continuam desenvolvendo produtos derivados da argila no município de Japi, embora ainda de forma artesanal.

Quadro 3: Os primeiros artesãos do município de Japi
HOMENS
MULHERES
Os Ciprianos
As Ciprianas
Clementino
Maria de Manoel Nicolau
Manoel Joaquim do Nascimento
(Gonçalo Catirina)
Severina Lopes da Silva
(mãe de Biló)
Nino pai de André
Francisca Louceira
(Chiquinha Louceira)
Jaime da Capela
Maria Barbosa
Nicanor e outros



A scheelita

A scheelita ou chelita (fonte de tungstênio) é um mineral de muita utilidade. Entre as diversas utilidades desse produto, podemos destacar a sua grande importância na fabricação de armas.
Com o início da 2ª Guerra Mundial, aumentou a oferta e a busca desse minério, quando a partir de 1940-1941 intensificaram-se a exploração e a exportação de cheelita do Rio Grande do Norte, tornando-se o Estado maior produtor desse minério.
O Rio Grande do Norte apresentou, através da exploração de suas minas, uma produção crescente durante todo o período da 2ª Guerra Mundial, com a produção caindo em 1946, e retomando depois com o início da Guerra da Coréia, mantendo-se em alta até 1956, época em que teve início a produção desse minério no município de Japi.
O nosso grande mercado comprador de cheelita são os Estados Unidos. O Rio Grande do Norte, pela qualidade do nosso minério, apresenta uma posição de destaque em nível nacional, produzindo mais de 80% do total da produção brasileira.
As minas de chelita começaram a ser exploradas na localidade de Japi no início da segunda metade do século XX, por volta de 1956. E quem explorava essas minas era o senhor João Batista dos Santos (João da Mina).
Os buracos e os esperdícios das minas se encontram logo após o cruzeiro, no pé do serrote da Tubiba, área que até 2010 pertenceu a um dos herdeiros do coronel Manoel Medeiros.
O garimpeiro João Batista dos Santos foi quem deu início à escavação da mina, que se encontra ao leste do monte do cruzeiro, num lugar onde havia muitas pedras brancas de cristais “enxertados” com o mineral cheelita, que se encontravam sobre o solo. Por isso, logo após o garimpeiro dá início à escavação da mina, o povo desta região começou a chamá-lo de João da Mina, ficando conhecido por esse nome até hoje.

Anos depois, outras pessoas tentaram cavar outras banquetas, porém quase não obtiveram sucesso. Depois de João da Mina, anos depois, quem conseguiu obter sucesso foi o senhor Nino pai de Andrer, que cavou uma banqueta próxima a de João da Mina e extraiu muita chelita.

Durante a década de 1960, período em que ocorreu a maior exploração desse minério, não houve nenhuma preocupação no que diz respeito à segurança da mina. Por isso, no final da década de 1970, alguns fatores contribuíram para o declínio da produção: a profundidade, a queda do preço e a falta de estrutura no buraco, quando o mesmo já apresentava vários riscos à vida do garimpeiro e das pessoas que lhe ajudavam. Como dependia do mercado internacional, que estabelecia os preços aos fornecedores desse minério, fato que levou essa economia a conhecer sucessivas crises, principalmente nos períodos quando o preço estava muito baixo, o que gerou o fechamento de muitas minas no Rio Grande do Norte, inclusive a do município de Japi.
O garimpeiro João da Mina disse que descobriu mais dois tipos de minérios neste município: o minério de urânio e o de água-marinha.
Segundo o garimpeiro, o minério de urânio encontra-se a quaro quilômetros, a direção oeste da cidade, próximo a “faixa” e o de água-marinha se encontra no “pé do baldo” do açude velho da fazenda Japi, que fica próximo à residência do já falecido Francisco Medeiros Sobrinho.
O nome registrado em cartório do garimpeiro João da Mina é João Batista dos Santos. Quero confessar, para meus caros leitores, que esta ilustre pessoa era meu pai.
João Batista dos Santos era sertanejo. E, como já foi citado antes, ele é de Timbaúba dos Batistas, cidade situada no Sertão Potiguar, onde nasceu em 1917, e faleceu na cidade de Japi, em 24 de maio de 2006, vítima provavelmente de um enfarte.



Na noite anterior à do fato ocorrido, ele quase morreu por causa de uma forte crise que lhe ocorrera. Todavia, no outro dia, às 19:30h da noite, como era de costume, ainda brincou com um papagaio que criava. Depois disso, ele foi dormir aparentemente alegre e se recuperando da crise, porém, na manhã do dia 24, às 07:40h, foi encontrado morto em sua cama, na sua própria residência.
João Batista dos Santos veio para Japi entre os anos de 1955 a 1958. Segundo o saudoso Leôncio Miguel e dona Santa, sua esposa, as pessoas que viram João da Mina aqui em Japi pela primeira vez foram eles. Leôncio me disse que estava lá no Alto São Sebastião, porque namorava a dona Santa. Ele disse ainda, que estava em frente da casa de seu sogro quando chegou de repente aquele homem montado em um jumento e perguntou: “Onde fica a fazenda de Neco Medeiros?” Leôncio ensinou. João agradeceu a informação e saiu em direção à casa de Manoel Medeiros Filho.
 Aqui em Japi, ele construiu duas famílias: a primeira foi com a senhora Isabel Teotônio e desse relacionamento tiveram seis filhos: José Batista dos Santos, falecido no final de janeiro de 2015, Maria Batista dos Santos, Fátima Batista dos Santos, Francisco das Chagas Batista dos Santos, Josefa e Etinha. O segundo casamento foi com Maria Cassiano da Paz. Desse relacionamento nasceram quatro filhos, a saber: Edson Batista dos Santos, Erivaldo Batista dos Santos, Josefa Gilvaneide Batista dos Santos e Francisca Gesilande Batista dos Santos.  
João Batista dos Santos[1] faleceu quando tinha 89 anos de idade. Embora toda a sua família seja de Timbaúba dos Batistas, ele foi sepultado no cemitério de Japi. 
Segundo os sertanejos, João da Mina foi o maior garimpeiro do Sertão. É relevante informar, que um desses minerais encontrado por João da Mina pode ser explorado e gerar emprego e renda para o município.

O granito

O granito é um minério que existe em abundância em todos os arredores da cidade de Japi. Rocha magmática intrusiva, esse minério apresenta uma resistência muito grande à fragmentação.
Esse tipo de pedra dificilmente se altera. Por isso, é largamente usado na pavimentação de ruas e na construção de casas, cisternas e edifícios.
Na sua composição aparecem os minerais: quartzo, feldspato e mica, que são visíveis a olho nu, permitindo o reconhecimento de cada um.
            A parte cinza do granito é o quartzo; o amarelo é o feldspato; e a preta é a mica.
Nas últimas décadas, a transformação desse minério em outros produtos, como paralelepípedos, meios-fios, britas, pedras para alicerces de casas, edifícios e paredes de cisternas etc., tem sido uma das fontes de renda para várias famílias deste município, especificamente da localidade de Pedra Preta, onde há uma pedreira e ocorre  a “quebragem” de rochas compactas de granito.
A localidade de Pedra Preta fica a dois km ao norte da cidade de Japi, nas propriedades dos senhores Alípio Marques de Souza e João Nicolau Pinheiro, respectivamente, e são eles mesmos quem trabalham nas pedreiras juntamente com seus familiares e outras famílias contratadas para auxiliarem nesse trabalho.                                   
A quantidade de produtos derivados do granito tem aumentado nos últimos anos, embora seja de forma lenta. Todavia, os produtos produzidos ali são de maneira artesanal. Ainda não disponibilizamos de uma máquina britadeira. Quem sabe um dia isso possa acontecer. Por isso, hoje, produzimos pouco, mas mesmo assim, exportamos produtos derivados do granito para as cidades de Santa Cruz, Sítio Novo, Campo Redondo, São Bento do Trairi, entre outros municípios. É importante ressaltar que nossa cidade é também um importante consumidor de tudo o que é produzido nas pedreiras.
O resultado econômico poderia ser melhor se houvesse interesse por parte da prefeitura deste município, no intuito de programar ações nesse setor capazes de gerar mais emprego e renda para o povo desta cidade.
Para isso, é necessário que a prefeitura consiga investir em máquinas e equipamentos modernos e procurar expandir mais a área de exportação dos produtos derivados do granito.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Ginásio passa por reforma

A E. E Coronel Manoel Medeiros II, localizada no centro da cidade, está passando por uma reforma. Os reparos estão sendo feitos em toda a sua estrutura. Os investimentos realizados estão conseguindo deixar a escola ainda mais bonita e agradável.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
A imagem pode conter: 1 pessoa, em péA imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, sapatos e atividades ao ar livre

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Veja os 10 carros e 10 motos mais vendidos em janeiro de 2018

Rio Grande do Norte não tem recomendação de vacina contra febre amarela

Ministério da Saúde
Os dados epidemiológicos da febre amarela no Rio Grande do Norte mostram que o RN não é área de recomendação de vacina, ou seja, somente as pessoas que moram no Estado, mas que vão viajar para as áreas de recomendação, devem procurar um posto de saúde, uma vez que não há evidências da circulação do vírus e nem caso confirmado da doença até o momento.
Para os potiguares é recomendado que se vacinem apenas as pessoas que vão se deslocar para aquelas áreas onde há transmissão e que tem recomendação de vacina.
“A orientação é que essas pessoas procurem os postos de saúde com antecedência mínima de dez dias para se vacinar, munidos de comprovação de viagem (passagem aérea ou terrestre, comprovante de hospedagem ou endereço e contato de local em que irá se hospedar)”, explica a Coordenadora de Promoção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Iraci Nestor.
A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. No Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 55.300 doses no ano de 2017, sendo que o estoque atual na rede é de 11.110 doses. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas (viajantes com comprovação).
Além do RN, também estão fora da área de risco os estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Ceará. A coordenadora lembra que a vacina da febre amarela, apesar de segura, tem reações adversas. “Por isso, assim como toda vacina, é preciso avaliar as condições clínicas de pessoas imunideprimidas, grávidas, idosos, alérgicos a proteína do ovo, entre outras”.
Vigilância 
As medidas de vigilância e controle para a febre amarela ocorrem a partir da notificação de evento suspeito. A partir dele, a Sesap inicia as ações preconizadas para a vigilância epidemiológica, ambiental e laboratorial para investigação, tais como: envio de sorologia para laboratório para confirmação ou descarte das doenças investigadas, investigação hospitalar e investigação ambiental na tentativa de encontrar evidências para esclarecer o caso, incluindo a disponibilização de equipes para apoio técnico ao município.
Casos humanos e epizootias, doença ou morte em primatas não humanos, foram recentemente registrados em algumas áreas do país, principalmente na região Sudeste. Porém, a Sesap esclarece que no Rio Grande do Norte não há evidências da circulação do vírus e nem caso confirmado da doença até o momento.
A subcoodenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Maria Lima, explica que o Rio Grande do Norte não tem histórico de febre amarela. O único óbito suspeito, ocorrido em 2016, foi investigado e teve resultado negativo. Dos 24 casos de epizootias (morte de primatas) enviados ao Laboratório Evandro Chagas, no Pará, 20 já foram descartados para febre amarela.
“A melhor forma de identificar a circulação do vírus é através da investigação de primatas doentes ou mortos, que passam por exames laboratoriais que podem identificar a febre amarela e outras doenças”.
Caso seja detectada a febre amarela nesses animais, todas as medidas que estão acontecendo em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, serão tomadas, e uma delas é a vacinação.
Agora RN

Jovem enfermeira Japiense irá cursar Medicina

A jovem enfermeira filha de José Nicolau e Adla Medeiros vai realizar um sonho de infância. Ávila Kelly passou em 2 lugar na UFBA em Medicina. Ela trabalhou como enfermeira na competente equipe da saúde aqui em Japi,  na administração do ex-prefeito Robinho.


Parabéns Ávila!
A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, texto

Atenção você papai e você mamãe que sonha em ver seu (a) filho (a) ingressar no IFRN

O curso Aprovação está abrindo a nova turma de apoio pedagógico e preparatótio para o IFRN no ano de 2018. 100% dos alunos de japi ingressos no IFRN nos últimos anos tiveram passagem pelo Curso. Nós visamos a qualidade de ensino dos nossos discentes e queremos elevar japi a um padrão de qualidade de ensino no estado do RN. Então você pai e você mãe que sonha com seu filho sendo um federal venha para uma Reunião dia 15 de fevereiro as 19 horas na Escola Estadual Coronel Manuel Medeiros I (ao lado da delegacia). 

Curso aprovação, venha fazer parte dessa história.
Nenhum texto alternativo automático disponível.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Encerramento da festa de São Sebastião 2018 Japi-RN

Tomba Farias e Fernanda Costa emitem nota de esclarecimento

Nota de esclarecimentos da Prefeita Fernanda Costa e seu marido, deputado Tomba Farias, sobre a acusação de abuso de poder econômico durante as eleições 2016, o que motivou a condenação na 16ª Zona Eleitoral, na comarca de Santa Cruz.

Confira a nota na íntegra:

Sobre a veiculada notícia acerca da condenação, pela Justiça Eleitoral, da Prefeita Fernanda Costa Bezerra e de seu marido, o Deputado Tomba Farias, sob a acusação de suposta prática de abuso de poder econômico durante as eleições de 2016, é necessário esclarecer ao público:

1. A acusação apurada pela Justiça Eleitoral é de suposta prática de abuso de poder consubstanciada em evento da prefeitura de Santa Cruz/RN que ocorreu pela necessidade inerente ao Município de dar continuidade às ações administrativas mesmo durante o período eleitoral;

2. Além de ser completamente legítimo, o evento não possuiu nenhum cunho ou inclinação eleitoral e tampouco contou com a presença da Prefeita Fernanda ou do Deputado Tomba Farias, como restou devidamente comprovado no processo que tramita perante a 16ª Zona Eleitoral do Estado;

3. As punições determinadas (cassação e de inelegibilidade) não possuem aplicação imediata, somente podendo ser implementadas nas hipóteses de confirmação pelo Tribunal Regional Eleitoral ou de transito em julgado;

Em respeito à verdade é que a defesa da Prefeita Fernanda e do Deputado Tomba Farias apresentará o competente recurso endereçado ao Tribunal Regional Eleitoral, confiante de que a justiça prevalecerá e a sentença será integralmente reformada.

ANDRÉ CASTRO Advogado

Informações:http://wsantacruz.com.br/

Justiça determina cassação de prefeita e vice de Santa Cruz, RN, e inelegibilidade do deputado Tomba Farias


A juíza da 16ª Zona Eleitoral de Santa Cruz, Dra. Giselle Cortez Draeger condenou, em primeira instância, a prefeita Fernanda Costa e o vice-prefeito, Ivanildo Ferreira, a perda dos mandados em acusação feita pela Ministério Público por abuso de poder político e econômico.

Segundo a acusação, a gestão municipal custeou a realização de um evento do Grupo de Idosos do município em uma casa de praia que seria do cônjuge da prefeita, o deputado estadual Tomba Farias, situação que caracterizaria obtenção de favorecimento eleitoral.

No processo, ouvindo as partes, o deputado estadual Tomba Farias afirmou que a residência não é sua, mas de um dos seus irmãos. Já a então secretária de Assistência Social, Suelem Bulhões, afirmou que a prática dos passeios eram corriqueiros e que sempre os idosos, uma vez ao ano, viajavam para determinada localidade.

Na sentença, a juíza afirma que há fatos contraditórios sobre a propriedade da casa e que é notório em toda cidade de Santa Cruz que a residência pertence ao deputado estadual Tomba Farias.

Ainda de acordo com a juíza eleitoral, em sua sentença, "É de fácil constatação a ilicitude cometida quando se realiza o simples raciocínio de que é ilegal numa eleição que candidatos recebam eleitores em imóvel que lhe pertença e lá permita que lhes sejam servidas refeições, que dancem e descansem. Por sua vez, de maior gravidade ainda é quando este mesmo fato ocorre financiado com dinheiro público, buscando-se encobri-lo com a aparência ilusória dos atos legais, como enunciado por Hely Lopes Meirelles".

Com base nas acusações e depoimentos, a juíza eleitoral de Santa Cruz julgou procedente em parte o pedido do Ministério Público e deixou inelegível pelo prazo de oito anos, a prefeita Fernanda Costa, o deputado Tomba Farias e a então secretária de Assistência Social, Suelem Bulhões. A juíza rejeito a perda dos direitos políticos do vice-prefeito eleito, Ivanildo Ferreira.

Além disso, em sua sentença, Dra. Giselle Cortez Draeger, determinou a nulidade dos votos da chapa Fernanda Costa e Ivanildo Ferreira, determinando realização de novas eleições, quando o processo for transitado em julgado, ou seja, quando não houver como recorrer da decisão.

Na prática, a juíza não determinou o afastamento imediato dos acusados de seus cargos, permanecendo Fernanda Costa e Ivanildo Ferreira em seus cargos de prefeita e vice-prefeito, respectivamente, até que o mérito seja julgada nos tribunais superiores à primeira instância.

Não há prazo definido de quando o processo será julgado pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Norte.

Fonte: http://www.ediponatan.com.br/

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Prefeitura de Japi: comunica que está disponível a devolução da Taxa de Inscrição do referido processo seletivo.


O MUNICÍPIO DE JAPI/RN, por intermédio da Secretaria Municipal de Planejamento e Administração, sob a supervisão da Comissão do Processo Seletivo Público, instituída pelo Prefeito do Município, através da Portaria nº 091/2017, de 24 de agosto de 2017, vem COMUNICAR aos inscritos no Processo Seletivo n° 01/2017, que está disponível a devolução da Taxa de Inscrição do referido processo seletivo.

O(a) candidato (a) deve procurar a Secretaria Municipal de Finanças e Tributação para solicitar a referida devolução, devendo portar o comprovante de inscrição do certame nos horários das 07:30 as 13:00 horas de Segunda a Sexta.

Lembrando que o solicitante deverá preencher o formulário: Click e baixe o formulário 



Maria Luciely de Oliveira Lima Silva
Secretária de Administração

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

9ª Cavalgada de São Sebastião em Japi/RN 2018

FIQUE LIGADO! Comer sal em excesso reduz o desempenho do cérebro

Um estudo publicado no jornal científico Nature Neuroscience dá mais um forte motivo para evitar itens cheios de sódio, mineral que, em excesso, faz a pressão decolar – levando, assim, a um maior risco cardíaco. Agora, a substância foi associada a déficits cognitivos.No estudo, a equipe de cientistas alimentou animais com o equivalente a uma dieta humana rica em sal por 12 semanas. 

Depois de alguns dias, notaram alterações nos vasos e a diminuição de fluxo sanguíneo para o cérebro. Para completar, testes provaram que a capacidade de raciocínio e memorização dos bichinhos ficou abalada.De acordo com os autores, tudo indica que o sódio tem impacto negativo nas células endoteliais dentro dos vasos sanguíneos cerebrais. Dessa forma o fluxo de sangue para a massa cinzenta ficaria comprometido, o que contribui para uma série de encrencas.

Mas a experiência não parou por aí. Os cientistas estimularam as cobaias a voltarem a uma dieta normal e, nesse momento, perceberam que os danos (tanto nas veias e artérias quanto no funcionamento do cérebro) puderam ser revertidos. Ou seja, nunca é tarde para mudar os hábitos e colher benefícios.

Claro que, por se tratar de um estudo com animais, devemos ter cautela antes de cravar com todas as letras que o sal piora o raciocínio. E menos ainda que ele é o culpado por doenças como Alzheimer.

De qualquer forma, doses excessivas de sódio estão associadas ao AVC – e esse problema pode, sim, culminar em perdas de funções cognitivas. Melhor prevenir, não é mesmo?

Fonte: Superinteressante

Veja a lista dos aprovados nos curso de PSICOLOGIA e NUTRIÇÃO UFRN/FACISA campus de SANTA CRUZ

Blog disponibiliza links, para conferi a lista dos aprovados UFRN/FACISA campus de SANTA CRUZ: CLIQUE E CONFIRA:



VEJA MAIS:



Petrobras anuncia alta no preço da gasolina e do diesel


© DR
A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 0,10% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 0,80% no do diesel. Os novos valores valem a partir da terça-feira, dia 30.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente.

Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.